NEARX
PROPOSTA TÉCNICA E COMERCIAL
AUTORIDADE PORTUÁRIA DE SANTOS S.A. (APS)  ·  SUPERINTENDÊNCIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (SUPTI)

Porto Inteligente

Programa de Imersão Técnica em IA Aplicada, Agentes e Engenharia de Inteligência Artificial

Formação hands-on para a equipe da SUPTI, agnóstica de ferramenta: ensinam-se padrões, arquiteturas e critérios de escolha transferíveis a qualquer stack de IA do mercado.

39 profissionais 2 trilhas por perfil 16 horas por participante Hands-on em squads Agnóstico de ferramenta
Preparada para Autoridade Portuária de Santos S.A. (APS)  ·  Apresentada por NearX · São Paulo/SP  ·  Agosto de 2026
SUMÁRIO EXECUTIVO

Do acesso individual à capacidade técnica institucional

O QUE ENTENDEMOS

A Inteligência Artificial já está presente na rotina das equipes da SUPTI: diferentes ferramentas, modelos e níveis de maturidade, em parte por iniciativa individual. O ponto de partida não é a ausência de acesso, e sim a heterogeneidade de práticas.

O DESAFIO

Transformar a adoção distribuída em capacidade técnica institucional: uma linguagem comum para avaliar, construir, operar e governar soluções de IA, com critério próprio de escolha de ferramentas e arquiteturas.

O QUE PROPOMOS

O Porto Inteligente: programa presencial hands-on para 39 profissionais, em duas trilhas por perfil (não técnico e técnico), com squads persistentes, projetos sobre casos reais da rotina e prática agnóstica de ferramenta, em ambiente dedicado de imersão em São Paulo.

RESULTADO ESPERADO

Protótipos funcionando sobre casos reais, Política de Uso de IA construída pela própria equipe, backlog priorizado de casos de uso e 3 meses de prática licenciada após o treinamento.

UMA SOLUÇÃO INTEGRADA EM TRÊS PILARES
01

Duas Trilhas por Perfil

Trilha A para perfis não técnicos: Produtividade e Automação. Trilha B para perfis técnicos: Engenharia de IA e LLMOps.

02

Ambiente Presencial de Imersão

Estrutura dedicada da NearX em São Paulo, com laboratórios preparados e nada a instalar.

03

Prática Agnóstica de Ferramenta

Ensina-se o padrão e o critério de escolha; produtos de mercado entram como exemplos intercambiáveis.

CONTEXTO

O acesso já existe. O desafio é transformá-lo em capacidade.

O cenário identificado na SUPTI não é de ausência de tecnologia: é de adoção real, porém heterogênea, individual e sem um padrão institucional compartilhado.

HOJE

  • Ferramentas e modelos distintos, escolhidos por preferência individual
  • Assinaturas individuais, em parte custeadas pelos próprios profissionais
  • Níveis de maturidade muito diferentes dentro da mesma equipe
  • Conhecimento avançado concentrado em poucas pessoas
  • Iniciativas de uso sem visibilidade institucional plena
  • Governança, segurança e dados sensíveis como preocupações crescentes
“Antes de escolher ferramentas, a organização precisa desenvolver capacidade para escolhê-las.”

Tese central desta proposta.

DESENHO DA FORMAÇÃO

39 profissionais, duas trilhas por perfil

0participantes
0trilhas por perfil
0encontros por trilha
0hpor encontro
0 horaspresenciais por participante
0 horastotais de instrução (2 trilhas)
DISTRIBUIÇÃO DE REFERÊNCIA
ORIGEMTOTALTRILHA ATRILHA B
TI / Sistemas26422
Técnico/Auxiliar Portuário (ADM)11110
Administradores220
Total391722

Distribuição de referência; a composição final das trilhas é indicada pela SUPTI.

TRILHA B · ENGENHARIA DE IA, LLMOPS E INFRAESTRUTURA DE AGENTES

Para perfis técnicos e desenvolvedores · 22 participantes · 5 squads. Do acesso programático e do gateway multi-provedor ao serving em GPU, fine-tuning e operação de agentes.

METODOLOGIA DOS ENCONTROS
Squads de 4 a 5 pessoas
Papéis rotativos por dia
Projeto incremental sobre caso real
~70% de prática
JORNADA DE APRENDIZAGEM · CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Duas trilhas, oito encontros: do uso criterioso à engenharia

TRILHA A · PERFIS NÃO TÉCNICOS · PRODUTIVIDADE E AUTOMAÇÃO · 17 PARTICIPANTES · 4 SQUADS
DIA A1

Fundamentos, prompting estruturado e primeiro agente

  • Fundamentos operacionais de LLMs: tokens, contexto e limites
  • Prompts reutilizáveis e Biblioteca de Prompts da SUPTI
  • Agente conversacional com escopo, tom e recusa útil
  • PRD de uma página do caso de uso de cada squad
DIA A2

Conhecimento corporativo, RAG e avaliação

  • Respostas ancoradas em documentos, com citação verificável
  • Curadoria de base de conhecimento e OCR de acervo
  • Conjunto de teste que prova a qualidade do agente
  • Rastreabilidade: o que registrar para sustentar um ato
DIA A3

Dado operacional, indicadores e previsão

  • Qualidade de dado e o que a camada analítica responde
  • Fichas de indicador acionável
  • Relatório-síntese recorrente e alerta com responsável
  • Previsão com baseline obrigatório e leitura crítica
DIA A4

Automação, governança e projeto final

  • Fluxo automatizado com aprovação humana e registro
  • Orquestração de agentes e integração com sistemas
  • Governança: custo, autonomia e Política de Uso
  • Defesa do projeto, ADR e backlog de casos de uso
TRILHA B · PERFIS TÉCNICOS · ENGENHARIA DE IA, LLMOPS E INFRAESTRUTURA · 22 PARTICIPANTES · 5 SQUADS
DIA B1

Internals, acesso programático e gateway

  • Custo, latência e janela de contexto por projeto
  • Saída estruturada, tool use e log por chamada
  • Gateway multi-provedor com roteamento e teto de gasto
  • Harness de avaliação e desenvolvimento guiado por spec
DIA B2

Agent engineering, RAG avançado e guardrails

  • Padrões de orquestração e contratos entre agentes
  • RAG com busca híbrida, reranking e medição por camada
  • Guardrails de entrada e saída; red team cruzado
  • Observabilidade: trace por passo, custo e latência
DIA B3
EM AMBIENTE PROVISIONADO PARA FINS EDUCACIONAIS

GPU, inferência e decisão de infraestrutura

  • VRAM, KV cache e gargalos reais de capacidade
  • Quantização e batching contínuo, medidos
  • Servidores de inferência: parâmetros que importam
  • Viabilidade técnica e financeira: estrutura física × estrutura provisionada
DIA B4

Fine-tuning, LLMOps, governança e projeto final

  • Prompt × RAG × fine-tuning: árvore de decisão
  • Dataset engineering e ajuste com LoRA/QLoRA
  • Versionamento, portão de qualidade, canário e rollback
  • Governança técnica: custo por agente, evidência e Política de Uso

Governança acumulativa: quatro cápsulas por trilha (classificação de dados · rastreabilidade e prova · autonomia e human-in-the-loop · custo e política) convergem na Política de Uso de IA da SUPTI.

Referências educacionais: LGPD, Marco Legal da IA, NIST AI RMF e ISO/IEC 42001, sem escopo de implementação ou certificação. Detalhamento módulo a módulo na Ementa Técnica do programa, documento anexo a esta proposta.

PILAR 03 · PRÁTICA AGNÓSTICA DE FERRAMENTA

Ensina-se o padrão, não o produto

Cada laboratório é definido pela capacidade que a ferramenta precisa oferecer, nunca pela marca. Produtos de mercado entram como exemplos intercambiáveis: o que o participante leva é o padrão, o critério de escolha e a capacidade de migrar.

COMO A PRÁTICA FUNCIONA

  • Duas a três opções da mesma categoria em cada prática
  • O mesmo padrão demonstrado em ferramentas diferentes
  • Squads usam ferramentas distintas: a comparação é conteúdo do dia
  • Preferência por opção autohospedável quando o dado não pode sair do ambiente
  • Decisão construir × contratar registrada em ADR, com critério e sem preferência de fornecedor

“Se a ferramenta usada no laboratório desaparecer amanhã, o módulo continua válido; apenas a linha de exemplos muda.”

ARQUITETURA DE REFERÊNCIA · O PADRÃO QUE SE REPETE

1
Acesso · gateway multi-provedor, roteamento por tarefa e por classificação do dado
2
Agentes especializados · um domínio por agente, contrato explícito e dono
3
Orquestrador · classifica, delega, consolida e escala para humano
4
Conhecimento · base documental curada, com citação verificável
5
Ação · privilégio mínimo e aprovação humana no nível definido
6
Observabilidade e evidência · trace, custo e registro auditável

Atravessando as camadas, o plano de dados: o que sai do ambiente, o que nunca sai e onde a inferência acontece localmente. Cada camada é definida pela capacidade, não pela implementação: a arquitetura é migrável, não reconstruível.

A capacidade exigida por laboratório e os exemplos intercambiáveis estão detalhados, módulo a módulo, na Ementa Técnica do programa.

PILAR 02 · AMBIENTE PRESENCIAL DE IMERSÃO

Imersão exige separação temporária da rotina operacional

Realizar a formação dentro do ambiente operacional favorece interrupções e acionamentos. O deslocamento para um ambiente dedicado garante a dedicação e o aproveitamento que um conteúdo técnico denso exige.

NO AMBIENTE OPERACIONAL

  • Interrupções e acionamentos da operação
  • Demandas concorrentes ao longo do dia
  • Dispersão e alternância constante de contexto
  • Dificuldade de imersão em conteúdo técnico denso

LOCAL

NearX · Rua Doutora Neyde Apparecida Sollito, 432 · São Paulo/SP. Ambiente presencial dedicado à imersão.

FORMATO

4 encontros de meio período por trilha. Janela horária de referência: 10h às 14h, a validar com a APS.

DESLOCAMENTO

Santos ↔ São Paulo sob responsabilidade da Contratante.

O meio período preserva parte do dia de trabalho, reduz o desgaste do deslocamento e permite que as duas trilhas se alternem sem interromper a operação de TI.

ESCOPO E ENTREGÁVEIS

O que a APS recebe

1

PREPARAR

  • Customização das trilhas e preparação dos casos práticos
  • Datasets sintéticos, contas, templates e ambientes preparados pela NearX
  • Calendário e logística alinhados com a SUPTI
2

APRENDER

  • 2 trilhas presenciais (8 encontros)
  • 32 horas totais de instrução, ~70% prática
  • Squads de 4 a 5 pessoas, formados no primeiro encontro
  • Projetos finais com defesa e critérios publicados no primeiro dia
3

CONSTRUIR

  • 9 protótipos funcionais (4 da Trilha A + 5 da Trilha B)
  • Biblioteca de Prompts da SUPTI (40+ versionados)
  • Harnesses de avaliação e conjuntos de teste
  • Specs, ADRs e diagramas de arquitetura
4

CONSOLIDAR

  • Política de Uso de IA da SUPTI, consolidada das duas trilhas
  • Backlog priorizado de casos de uso (25+ mapeados, top 10)
  • 3 meses de licença do ambiente de prática após o treinamento
  • Relatório executivo e certificação de participação

CADEIA DE ARTEFATOS. Cada dia produz um artefato que é insumo obrigatório do dia seguinte; o projeto final é a soma deles funcionando. É o que impede que o hands-on vire demonstração.

PRD Spec Harness de avaliação ADR Registro de evidência Política de Uso

O relatório executivo consolida presença, evolução observada, artefatos entregues por squad e recomendações de continuidade.

Volumes de entregáveis conforme a Ementa Técnica do programa; quantidades por squad podem variar com a composição final das trilhas.

IMPLEMENTAÇÃO

Implementação em cinco etapas

Fluxo simples e direto. Datas e calendário definidos em conjunto com a APS após a aprovação.

1

Preparação

Customização das trilhas, casos e ambientes de laboratório

2

Trilha A

4 encontros de meio período, perfis não técnicos

3

Trilha B

4 encontros de meio período, perfis técnicos

4

Consolidação

Política de Uso, backlog priorizado e relatório executivo

5

Prática licenciada

3 meses de licença do ambiente de prática após o treinamento

Antes do início, alinham-se com a SUPTI as ferramentas autorizadas e seus planos corporativos, o volume estimado de uso e os casos de uso candidatos de cada trilha.

COMO ACOMPANHAREMOS
Presença e participação
Projetos finais avaliados por critérios publicados no primeiro dia
Evolução observada ao longo dos encontros
Artefatos entregues por squad
Percepção dos participantes

O acompanhamento é qualitativo e por evidência, consolidado no relatório executivo entregue ao final do programa.

INVESTIMENTO
R$ 0

Investimento total do programa: solução integrada para as duas trilhas, da preparação à Política de Uso, com 3 meses de prática licenciada após o treinamento.

PROGRAMA TÉCNICO ESPECIALIZADO

R$ 0R$ 115.000 por trilha
  • Planejamento e customização das duas trilhas e dos casos práticos
  • Engenharia educacional e customização das duas trilhas
  • Especialistas NearX nos 8 encontros presenciais
  • Laboratórios preparados: contas, templates, datasets sintéticos e ambientes provisionados
  • Avaliação, projetos finais com defesa e certificação de participação
  • Relatório executivo, Política de Uso consolidada e backlog priorizado

INFRAESTRUTURA PRESENCIAL DEDICADA E OPERAÇÃO DO AMBIENTE DE IMERSÃO

R$ 0R$ 25.000 por trilha
  • Ambiente dedicado à imersão, separado da rotina operacional
  • Preparação e disponibilidade ao longo dos 4 encontros de cada trilha
  • Conectividade e suporte à realização das atividades hands-on
  • Organização e operação NearX em cada encontro
TRILHA AR$ 140.000
TRILHA BR$ 140.000
TOTALR$ 280.000
BÔNUS100 licenças · 3 meses
R$ 50 mil a R$ 165 milvalor de mercado, se contratado à parte
R$ 0de custo adicional nesta proposta
0 pessoas39 participantes + 61 licenças adicionais

Referência de preços públicos (ago. 2026): Copilot, a 30 dólares por usuário ao mês, R$ 49.500 no período; Claude Max, a partir de 100 dólares ao mês, R$ 165.000 no período. Câmbio de referência de R$ 5,50.

O investimento corresponde a uma solução integrada de desenvolvimento de capacidade técnica, e não exclusivamente a horas de instrução.

Condições de faturamento e pagamento: a serem alinhadas conforme os procedimentos administrativos e contratuais da APS.

SÍNTESE E PRÓXIMOS PASSOS

Uma decisão sobre capacidade, não sobre ferramentas

39 profissionais 2 trilhas por perfil 16 horas por participante Squads e projetos reais 9 protótipos funcionais Política de Uso de IA GPUs · serving · fine-tuning +3 meses de prática licenciada 100 licenças como bônus
A formação desenvolve a capacidade.
Os padrões sobrevivem à troca de ferramenta.
A organização ganha critério próprio para decidir sobre Inteligência Artificial.
PRÓXIMO PASSO
Validação da proposta
Confirmação dos participantes
Calendário
Kickoff
NearX   Rua Doutora Neyde Apparecida Sollito, 432 · São Paulo/SP   ·   Contato: Carlos Alberto · carlos@nearx.com.br
NEARX · PORTO INTELIGENTE · APS / SUPTI
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